Comunistas bloqueiam Associação Polititiank de descer a Avenida da Liberdade

A Liberdade é do Povo, não dos Comunistas!

O Polititank nasceu a 25 de Abril de 2021 e tornou-se uma associação registada a 23 de Novembro de 2021. Como tal o 25 de Abril tem um duplo significado, dia da Liberdade e dia de aniversário.

É preciso dizer que o Polititank enviou 2 e-mails e ligou 3 vezes para a Associação 25 de Abril, não obtendo qualquer resposta escrita, já por telefone foi sempre dito que o técnico que responde aos emails não estava presente e que depois responderia aos emails, tal nunca aconteceu.

O Polititank publicou nas suas redes sociais a tarja onde se lê: “25 de Abril sempre! Totalitarismo nunca mais!” pois como está no seu manifesto defendem a democracia, recusando por isso, regimes totalitários como o fascismo e o comunismo, como exposto na tarja.

Outra publicação do think tank de política nacional e internacional apelava a que pessoas se juntassem às 14h30 na Praça do Marquês de Pombal, juntou-se um grupo de 15 pessoas para descer a Avenida da Liberdade para festejar o dia.

Aproximados do início da Avenida da Liberdade, o Polititank é interpelado por um grupo de “anti-fascistas” vestidos de preto a procurar intimidar, gritando “fachos! Fachos! Fachos!”, havendo um que interpelou directamente dizendo: “ É preciso não terem vergonha na cara para recusarem dizer que o comunistas não são democratas e defensores da democracia!”, ao que o Presidente da Direcção do Polititank Cláudio Fonseca respondeu: “Sim! Não temos vergonha na cara para dizer as verdades.”.

O Presidente Cláudio Fonseca pediu um compasso de espera, de modo a que o grupo de “anti-fascistas” fosse descendo e o Polititank seguisse sem serem importunados, prosseguindo depois a marcha.

Passados uns momentos um grupo de 5 homens identificados nas fotografias cerca o Polititank impedindo os membros de circular, dizendo que a faixa era ofensiva e não podia descer a Avenida da Liberdade, quando o Presidente do Conselho Fiscal, Emanuel Almeirante, procurou sempre a via do diálogo e mostrar que tinham guardado uma distância, o grupo que se dizia da Comissão Organizadora da Associação 25 de Abril e delegados sindicais da CGTP ameaçou partir para a violência, mesmo a Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Carlota Pignatelli Garcia, informando que tudo estava a ser transmitido em directo na rede social Instagram.

Cláudio Fonseca pediu para o Polititank conturnar o grupo opressor, continuando os mesmos a bloquear a passagem, pois “A vossa faixa não cumpre os propósitos desta manifestação” – disse um dos sindicalistas, ao que Carlota Pignatelli Garcia inquiriu: “Quais são esses objectivos? Quais são? Diga!”, sem obter qualquer resposta.

Nesse momento a Iniciativa Liberal tinha chagado à Praça do Maquês de Pombal e à sua frente um dispositivo policial, ao qual Cláudio Fonseca foi expor a situação. Os agentes da PSP disseram que o Polititank tinha o direito a descer, o grupo opressor recusou alguma ter bloqueado o que fosse, sendo assim retirados pela PSP da frente da faixa do Polititank.

Nesta situação 5 pessoas abandonaram o desfile tendo ficado intimidadas por esta pretensa intimidação do grupo de comunistas sindicais.

“Li-li-liberdade!” e “De-de-democracia!”  foram os cânticos entoados pelo Polititank, achando que agora iriam continuar livremente a descida da Avenida, o que não veio a concretizar-se, pois passados 50 metros voltaram a ser barrados e empurrados por homens que depressa empunharam as credenciais da CGTP, dizendo que o Polititank não podia passar. Mais uma vez em vídeo a polícia foi chamada a intervir, propondo a PSP que o Polititank fosse atrás da carrinha de intervenção da PSP, proposta logo aceite pelo Polititank.

Cláudio Fonseca dirigiu ainda palavras ao novo grupo opressor: “Abril é isto, a liberdade é de todos. Nós vamos para trás para ganhar balanço para seguir em frente!”, quando passou pela carrinha da PSP disse para os polícias no interior: “obrigado pelo vosso trabalho, vocês são os verdadeiros defensores da democracia, obrigado!”.

Os populares que ali assistiam aproximaram-se da faixa para tirar fotografias com a mesma, perguntar o que tinha acontecido, dar palavras de incentivo e apoio ao escrito na faixa.

Pacheco Pereira comentador político e que tem um particular gosto por cartazes e faixas pediu para fotografar a faixa, que certamente já fará parte do arquivo da Éfemera. Mas mais personalidades como o apresentador Fernando Alvim, João Paulo Batalha ex-Presidente da Associação para a Transparência e Paulo Morais ex-candidato à presidência da República que não ficaram indiferentes à faixa. Ou ainda António Sampaio da Nóvoa, ex-candidato à presidência da República, que aceitou uma fotografia com o Polititank

Muitos populares não ficaram indiferentes à faixa do Polititank, ou às músicas que o think tank ia passando com a ajuda de uma coluna, sendo vários os momentos de dança colectiva de populares com elementos do Polititank, ao som de várias músicas como o Bamboléo, Grândola Vila Morena, Venham Mais Cinco, Canta Amigo Canta! ou ainda Astronomia, bastante popular durante a quarentena como a dança do caixão. Mas um dos momentos mais icónicos foi um grupo de italianos que ouvindo a música Bella Ciao cantou e dançou agradecendo ao Polititank por aquele momento.

No final do desfile o grupo do Polititank foi celebrar o aniversário deste think tank de política nacional e internacional, juntando-se à festa alguns populares que foram acompanhando a descida, completando aquilo que estava planeado fazer.

Os vídeos do bloqueio foram publicados desde o início da descida da Avenida. Pelo que à chegada e até ao presente as partilhas nas redes sociais multiplicam-se, onde os internautas se dizem incrédulos com as atitudes dos comunistas, dando mensagens de incentivo ao Polititank e alguns a fazerem a sua inscrição como sócio da Associação Polititank.

Porque a Liberdade é do Povo e não dos Comunistas.

Tarja do Polititank na Marcha no 25 de Abril